Amor platônico

Liberdade.

Qual teu gosto liberdade?
Como se expressa através de meu corpo?
Por que não quer que eu a siga?

Liberdade.
Diga-me, qual teu gosto?

És doce como os morangos?
Tens gosto de fruta tropical, como cacau?

Liberdade.

Faça-se presente em minhas curvas.
Queime padrões de expressão.

Ah! Minha cara Liberdade.

Sinto saudades, do que antes nunca soube o que era.
Não á conheci.
Mas tenho imenso prazer em vivê-la intensamente.

 Liberdade.

Por que se esconde de mim?
Que mal fiz a ti?

Talvez nem mal, nem bem...
Minha comodidade não permite que se manifeste, agora sei...
Seu o porquê some, seu o porquê vens...

Ah! Liberdade.

Teus caminhos tortos me permitem tantas e belas paisagens
Como em uma fita multicor, mergulho no brilho teu
E me apaixono por ser seu.

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